Não deixe seus livros parados na estante. Troque seus livros com 200 mil leitores. Participe!
No Princípio, Era a Roda
Categoria
ISBN 8532517900
ISBN-13 9788532517906
Edição 1 / 2004
Idioma Português
Páginas 272
Estante 0  0  0   0

NO PRINCÍPIO, ERA A RODA

Roberto M. Moura
22% chance de ser solicitado
Rocco

Sinopse
Crítico musical, produtor e diretor de espetáculos musicais e jornalista de grande estirpe, Roberto M. Moura é um especialista em cultura popular, especialmente a carioca, e, mais precisamente, um profundo conhecedor do samba. Não um conhecedor apenas de cátedra - que isso, diga-se de passagem, ele também o é - mas um observador atento, apaixonado, do samba, o gênero musical, e, principalmente, de todas as relações presentes em sua origem e em seu entorno. Muitos bons trabalhos têm sido realizados sobre o ritmo, ou o conjunto de ritmos, brasileiro mais representativo. Muito tem se falado de sua trajetória, de sua origem, de seus baluartes. Mas nenhum deles aprofunda determinado aspecto, destrincha a sua essência, compreende a sua alma. É aí que está o grande diferencial de No princípio, era a roda.: um estudo sobre samba, partido-alto e outros pagodes. Neste livro definitivo, fruto de uma tese de doutorado em Música para a UNIRIO, ele parte do princípio de que a roda é anterior ao samba desde que este nasceu na casa de Tia Ciata, na Praça Onze, ganhou forma no Estácio e espalhou-se pelo subúrbio carioca ganhando feições diferentes. Roberto M. Moura demonstra, seja através de suas pesquisas, de suas experiências pessoais, de que forma o sambista saiu de sua casa para criar nas escolas as continuações de seus quintais. Mostra, através de letras de Cartola, Paulinho da Viola, Carlos Cachaça, Nei Lopes, Monarco e outros baluartes, a relação afetiva, visceral que estes compositores mantiveram com suas respectivas escolas até serem deixados de lado em prol de interesses de bicheiros, emissoras de televisão e tudo o que cerca hoje o desfile das escolas de samba. Sempre recorrendo à oposição complementar entre casa e rua sugerida pelo antropólogo Roberto DaMatta, ele conta como as rodas de sambade terreiro, mais tarde chamado de samba de quadra, reproduziam as relações mais íntimas, profundas, e como os sambistas representavam a nata da escola, a intelectualidade "mesmo muitas vezes iletrados", como lembram Nei Lopes e seu livro Sambeabá - o samba não se aprende na escola.

Solicitar Tenho Procuro


AVALIAÇÃO DO LIVRO

0.0
(0) votos

ADICIONAR REVIEW

Seja o primeiro a fazer um review deste livro. Motive outros a lerêm o livro.

TÍTULOS SIMILARES
MPB: Caminhos da Arte Brasileira Mais Reconhecida no Mundo O Mistério do Samba Where is Taro? CACIQUE DE RAMOS: UMA HISTORIA QUE DEU SAMBA Histórias da Noite Carioca


QUEM DESEJA ESTE TAMBÉM DESEJA