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Como Lidar Com Pessoas Que Te Deixam Loucoc/ Lidar Com Pes.que Te Deixam Louco-edicao Bolso
Categoria
ISBN 8539000903
ISBN-13 9788539000906
Edição 1 / 2010
Idioma Português
Páginas 192
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COMO LIDAR COM PESSOAS QUE TE DEIXAM LOUCOC/ LIDAR COM PES.QUE TE DEIXAM LOUCO-EDICAO BOLSO

Paul Hauck
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Sinopse
Pessoas controladoras, tiranas, fracassadas, perversas. Todo mundo conhece alguém capaz de lhe tirar do sério por alguma dessas razões. Pode ser um chefe mandão, um colega agressivo, um marido ciumento ou um companheiro manipulador. Regularmente é preciso aprender a lidar com gente que nos faz mal, seja na vida social, no ambiente de trabalho ou mesmo no cotidiano familiar. Mas, segundo o doutor em psicologia clínica Paul Hauck, autor de Como Lidar com Pessoas que te Deixam Louco, não é preciso deixar que nada disso leve ninguém à loucura. Membro da Associação Americana de Psicologia, o escritor e palestrante sugere novas formas de lidar com os diversos perfis dos que ele chama de fazedores de louco. Dos mimados ou ciumentos aos bullies - pessoas que usam a agressão física e/ou psicológica para intimidar e manipular alguém -, neste livro estão enumerados os tipos mais comuns e o passo-a-passo de estratégias para enfrentar cada um deles, sempre partindo de três princípios básicos: 1.Você recebe o comportamento que tolera; 2. Os outros não vão mudar a menos que você mude primeiro; 3. Controle a sua tolerância excessiva. Quando você acredita que seu sofrimento é culpa sua, eu diria que, primeiro, você é responsável diretamente por 51% dos seus problemas sentimentais. Ninguém pode abalá-lo emocionalmente a não ser que você permita. (...) Você, a pessoa que está deprimida, zangada ou com medo, é o maior causador dos seus próprios sentimentos neuróticos. Você é responsável pelas frustrações que os fazedores de louco lhe infligem. Você é responsável pela forma como reage a eles, garante o autor de títulos como Vencendo a Depressão, Como Ser o Seu Próprio Melhor Amigo e Como Se Levantar Sozinho. A personalidade dos fazedores de louco se desenvolve de duas formas, segundo o autor: pela aprendizagem e pela formação física e/ou genética. A aprendizagem é resultado do que nossos pais nos ensinam durante nossa criação. (...) [Mas] da mesma forma que as características positivas são transmitidas (...), as negativas também o são, alerta Hauck. Pais que resolvem todos os impasses com gritos e xingamentos ensinam esses hábitos aos seus filhos. Filhos desses lares frequentemente maltratam suas esposas e filhos e sempre ficam furiosos quando se sentem frustrados. Quando esse processo de aprendizagem acontece no início da vida de uma criança, de forma intensa, você pode ter certeza de que esses hábitos estão sendo gravados em concreto, acrescenta. Os fazedores de loucura estão presentes em todas as camadas sociais. Em toda empresa há chefes, supervisores e diretores impossíveis. Eles podem também morar no seu prédio ou na sua rua. Mas o pior lugar para encontrá-los é dentro de casa. Os fazedores de louco também vêm na forma de cônjuges, pais e filhos. Eles são de ambos os sexos, de todas as idades, de todos os níveis educacionais e de todas as classes sociais. Eles estão em todos os lugares, afirma o autor. No prefácio escrito para esta edição, a médica Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do best-seller Mentes Perigosas, em que investiga a mente dos psicopatas, observa que pessoas difíceis sempre existiram, mas nos últimos tempos temos a sensação de que elas estão se proliferando numa velocidade quase incalculável. Segundo Ana Beatriz, todos conhecemos ou ouvimos falar sobre um chefe tirano, uma esposa poliqueixosa, um amigo mala, um conhecido inadequado, um filho manipulador, um adolescente agressivo ou um adulto egocêntrico. O número absoluto das pessoas difíceis não mudou tanto assim, observa Ana Beatriz. O que aconteceu é que, por fatores diversos, as pessoas, em geral, se tornaram excessivamente tolerantes com os comportamentos reprováveis que uma parte da população apresenta. Para Ana Beatriz, este excesso de tolerância vem de uma equivocada percepção sobre a função do amor nos tempos modernos, que obriga a satisfazer todos os desejos do ser amado. A verdadeira função do amor não é satisfazer todos os desejos de quem amamos e sim de darmos conta das suas necessidades. E para isso precisamos conhecer profundamente a natureza e o comportamento das pessoas que amamos ou com as quais somos obrigados a conviver cotidianamente. Caso contrário, estaremos incorrendo no grave erro de no distinguir os comportamentos aceitáveis dos inaceitáveis socialmente. Sem esse conhecimento estamos fadados a recompensar atitudes negativas e repreender atitudes positivas, criando um terreno muito propício para que nossos relacionamentos nos enlouqueçam. Através de sua vasta experiência clínica, Paul Hauck nos apresenta o perfil de personalidades difíceis de conviver, nos fazendo aptos a identificá-las. E, melhor ainda: ele nos propõe um método baseado em poucas, mas eficazes atitudes para reduzirmos os danos que essas mentes difíceis e perigosas possam causar às nossas vidas, completa a escritora e psiquiatra.

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