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TONIA CARRERO: MOVIDA PELA PAIXAO
Categoria
ISBN 8570606885
ISBN-13 9788570606884
Edição 1 / 2009
Idioma Português
Páginas 276
Estante 0  0  0   0

TONIA CARRERO: MOVIDA PELA PAIXAO

Tania Carvalho
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Imprensa oficial - sp (imesp)

Sinopse
Olhos azuis, cachinhos dourados, jeito de princesa. A mãe desde cedo notou: Mariinha não tirava uma foto natural. Em todas, fazia pose. Se desde pequena já seria possível adivinhar a vocação da menina, a feição angelical disfarçava a mulher de fibra, grandes vontades e decidida em que se transformaria algumas décadas depois. Era, desde sempre, “Movida pela paixão”, como o título do livro que traça o perfil de Maria Antonietta Portocarrero, ou simplesmente Tônia Carrero, como se tornaria conhecida do grande público. A obra, escrita pela jornalista Tania Carvalho, faz parte da Coleção Aplauso Especial, produzida em grande formato e papel especial, pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Tônia Carrero nasceu em 23 de agosto de 1922. Era filha de militar e de mãe severa. Com uma combinação de “arrojo, inquietude e força”, como diz sua biógrafa, ela venceu todas as dificuldades que uma mulher de sua geração e com sua origem, que pretendia ser atriz, encontrava pela frente. Na época de normalista, já sonhava com Hollywood, e pensava em Paris quando passeava na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro. Aos 17 anos, a primeira rebeldia: casa-se com o jovem Carlos Arthur Thiré, artista plástico cinco anos mais velho, filho de pais desquitados. Dois anos depois, nasce o filho Cecil Thiré, que se tornaria mais tarde ator e diretor de sucesso, pai de seus netos. Com Autran e Celi, revolucionaria o teatro brasileiro das décadas de 50 e 60 com montagens elogiadas de autores clássicos como Shakespeare, Pirandello e Ibsen, e de vanguarda como Sartre. Na TV, o grande público a conhece por novelas como “Pigmalião” (1970) – quando exibiu um corte de cabelo que virou moda e recebeu na época o mesmo nome da novela --, “Água Viva” (1980), “Louco Amor” (1983) e “Sassaricando” (1987). No cinema, a participação foi menos constante, mas fez trabalhos importantes como “É proibido beijar” (1957), de Ugo Lombardi, e “A bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra. Sobretudo, em todos os momentos foi movida pela paixão. “Tudo na minha vida aconteceu em decorrência de paixões. Sempre quis viver longe da racionalidade. A paixão me empurrou, me fez fazer coisas e por isso não me arrependo de nada”, diz a atriz.A biógrafa conta que teve toda colaboração da atriz na hora de aprontar o livro. “Tônia foi incansável em remexer em seus arquivos, contar histórias, procurar material de texto. Todas as vezes que nos encontramos em sua casa no Jardim Botânico, onde viveu as últimas décadas e se preparava para mudar e começar uma vida nova no Leblon,Tônia foi de uma gentileza enorme, mesmo quando já estava cansada de tanto puxar pela memória ou mesmo de remexer nas gavetas em busca das melhores fotos”, explica Tania Carvalho.

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