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SEM DIRETRIZ: PARVA AESTHETICA

Theodor W. Adorno
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Sinopse
Publicado originalmente em 1967, livro reúne ensaios que contêm parte da crítica cultural produzida pelo pensador alemão em sua última década de vida Novas reflexões sobre cinema e arte contemporânea, considerações específicas acerca do destino da arquitetura funcionalista no pós-guerra e sobre o entendimento então predominante a respeito do barroco compõem o cerne da obra Sem diretriz - Parva Aesthetica, do pensador alemão Theodor W. Adorno, lançamento da Editora Unesp. Nesta coletânea de ensaios, o autor pretende expor os escritos como uma espécie de propedêutica à Teoria Estética, na qual vinha trabalhando.“O subtítulo – Parva Aesthetica [pequena estética] – indica um conjunto de reflexões sobre objetos artísticos, mas o título coloca uma interrogação a respeito do sentido de uma estética para a arte moderna”, anota na apresentação à edição brasileira Luciano Gatti, que também é tradutor e responsável pelas notas ao longo do livro. “Como pensar uma teoria estética que nem sistematize a produção de seu tempo nem ofereça uma orientação para quem se sente perdido diante de fenômenos que não são legíveis à luz das categorias ordenadoras da tradição? Tal conflito se replica na construção laboriosa das frases de Adorno, movimentando-se entre polos opostos com o intuito de expor contradições que não são outras que a da questão em pauta.”Ao longo dos 16 ensaios, Adorno reavalia as condições sociais de recepção das obras de arte e insiste na atualidade do conceito de indústria cultural. Também se detém sobre alguns dos fenômenos estéticos mais recentes de sua época – como a imbricação das linguagens artísticas e o happening – a partir da relação sempre conturbada com a tradição. Na reflexão dialética sobre a arte de seu tempo, a crítica cultural aparece a Adorno como necessariamente moderna, evidenciando a profunda afinidade entre arte e pensamento.“Defensor incansável da autonomia da arte, Adorno não se apega à arte irrestritamente. Ele a entende como o produto de uma sociedade não reconciliada que poderia muito bem vir a desaparecer, ou assumir outras funções, caso essa sociedade se emancipasse. A autonomia da arte teria como telos a extinção conjunta da arte e do sofrimento que a engendra”, explica Gatti. “Como a ordem vigente veda essa supressão, a imbricação das artes não é apenas a expressão avançada da autonomia. Ela também é índice do bloqueio social à superação da diferença entre arte e não arte”.

Categoria
Editora UNESP
ISBN-13 9786557110393
ISBN 655711039X
Edição 1 / 2021
Idioma Inglês
Páginas 274
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