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BOX COLEÇAO CADERNOS DE SAMBA - 6 VOLS

Organizador: Aydano Andre Motta
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Sinopse
“Reverente súdito do Rei Momo, devoto do Carnaval, Aydano André Motta nos conta as histórias de onze princesas. Sacerdotisas da adoração ao pavilhão, as porta-bandeiras trazem na sedução de seus bailados a herança ancestral das Áfricas, que nos civilizaram pela festa, mostrando que a faceirice da deusa do amor Oxum pode se manifestar até mesmo entre passos oriundos de minuetos europeus.Mas não imagine o leitor que é fácil a vida de quem exibe os totens sagrados das escolas de samba. As glórias e triunfos convivem com as inseguranças e dramas. Da menina que brincava de rodopiar com o cabo de vassoura às profissionais do século XXI, as trajetórias contadas aqui são, todas elas, comoventes. Aydano, repórter maior da folia, foi além das avenidas e escreveu, com alma de mestre-sala, uma bela ode às mulheres do Brasil. Luiz Antonio Simas‘Quando falar do Salgueiro, vê se fala certo: Vê se não tem salgueirense passando por perto...’Não me levem a mal, mas no mundo do samba ninguém teve a ideia de fazer uma advertência musicada como essa (a autoria, no entanto, é melhor que permaneça oculta). Ela é a cara da Academia, “nem melhor nem pior; apenas uma escola diferente”, cuja comunidade, já na década de 1930, impunha admiração e respeito. Tanto é que o legendário cronista Vagalume, que sabia das coisas, referia-se ao Morro de Salgueiro como “O Bamba dos bambas”. Era o morro de Antenor Gargalhada e, principalmente, de Deocleciano Paranhos, o Canuto, frequentador de Vila Isabel, considerado o melhor sambista por ninguém menos que Noel Rosa, de quem foi mestre e parceiro. E foi o morro de tantos outros grandes que vieram depois. Este livro, então, vem reparar algumas lacunas. Como a da não inclusão da Academia entre as quatro escolas que em 2001 receberam a Ordem do Mérito Cultural. Chega em boa hora. Confiram só. Leonardo Bruno fala certo!Nei LopesFoi numa terça-feira de Carnaval, 7 de fevereiro de 1989, que um Cristo mendigo, coberto por um enorme plástico negro, levou para a Passarela um cartaz em que se lia “Mesmo proibido, olhai por nós”! A escola de Nilópolis não levou o título daquele ano, mas a genialidade de Joãosinho Trinta, a disciplina de Laíla, a irreverência de seu enredo, “Ratos e urubus, larguem minha fantasia”, e o fanatismo de seus integrantes fizeram daquele desfile o maior de todos os tempos. Maravilhosa e soberana: histórias da Beija-Flor, da Coleção Cadernos de Samba, conta, desde os tempos de Neguinho da Vala e da mulata Pinah, a trajetória de uma das maiores campeãs do Carnaval moderno. Aydano André Motta é niteroiense, jornalista, torcedor do Flamengo e, acima de tudo, um fiel da religião Carnaval. Escreveu os livros Troféus da Mangueira e Blocos de rua do Carnaval do Rio de Janeiro, além do roteiro do documentário Mulatas! Um tufão nos quadris. “Um dia um sambista em sua vaidade/ Disse que vitória pra Portela é banalidade.” Não foi exagero de Chico Santana: a azul e branco de Madureira, em seus anos dourados, ganhou sete vezes seguidas o campeonato do Carnaval – recorde até hoje jamais alcançado por qualquer outra escola de samba. Apesar disso, o livro aborda também as tristes histórias vividas por sua Velha Guarda e outros componentes. Um relato histórico e contemporâneo que o diferencia de todos os outros livros já escritos sobre uma de nossas mais tradicionais agremiações carnavalescas. Em Tantas páginas belas: histórias da Portela, da Coleção Cadernos de Samba, a águia altaneira voa mais alto, carregada de glórias conquistadas por sua galeria de bambas, imortais da maior festa popular do mundo.Luiz Antonio Simas é bacharel, licenciado e mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É autor, com o caricaturista Cássio Loredano, do livro O vidente míope, sobre a obra do desenhista J. Carlos, e do ensaio Samba de enredo: história e arte, em coautoria com Alberto Mussa. O Carnaval é uma festa pródiga em cunhar expressões que definem seus dias de alegria e folia. "Enrolar a bandeira", no entanto, resume aquele raro momento em que um pouco da chama da festa se apaga – é quando uma escola de samba deixa de existir, tal qual uma supernova, que após brilhar intensamente vê seu brilho se perder. Aqui são contadas as histórias de agremiações que lutam para não enrolar a bandeira, como aconteceu com a Tupy de Braz de Pina. Conhecemos um pouco sobre a Vizinha Faladeira e a Em Cima da Hora, ainda mobilizadas para brincar o Carnaval, bem como a dramática saga da Unidos do Jacarezinho, que luta, com recursos minguados, contra as adversidades e o tráfico que ameaça sua comunidade, além da Unidos de Lucas, que no enclave entre facções criminosas rivais ainda consegue fazer uma bonita festa.Marcadas para viver: a luta de cinco escolas de samba, da Coleção Cadernos de Samba, conta a história de tradicionais agremiações do Rio de Janeiro, monumentos de outros carnavais, que hoje ainda buscam seu lugar ao sol entre as estrelas máximas do espetáculo. João Pimentel é jornalista e já cobriu eventos esportivos e desfiles de Carnaval do Grupo Especial. Em 2009, foi jurado do Estandarte de Ouro. Publicou Blocos: uma história informal do Carnaval de rua e Jards Macalé. Beth Carvalho, Monarco e outros bambas já gravaram músicas suas.

Categoria
Editora Verso Brasil
ISBN-13 9788562767111
ISBN 8562767115
Edição 1 / 2013
Idioma Português
Páginas 1010
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